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IVA CELIA UMA HISTORIA DE VIDA


                                 Salve Majestade

 

 

 

ERA UM LAR BEM FELIZ,

ENCANTAMENTO, PAZ, CALMA DIVINA

POREM, FALTANDO A JÓIA A MAIS FINA

PARA NOSSA GRANDE FELICIDADE ,

TEREMOS UM BEBÊ BEM BONITINHO!

__DIZ MAMÃE – SALVE A GRANDE NOVIDADE!

SAIBAM –NOS TODOS ,SAIBA-O A CIDADE:

QUE O NOVO FAMILIAR,ESTE BROTINHO,

E É COM GRANDE ALEGRIA E FELICIDADE

QUE SERÁ DE ENTRE NÓS  ¨SUA  MAJESTADE                                                                    

ASSIM ,DEUS MANDA UMA LINDA PRINCESINHA.

MUITO ESPECIAL  PARA ALEGRAR NOSSOS DIAS

E A NOS ENSINAR A VALORIZAR A VIDA.

            

 

 

                Nasce uma linda princesa; votos de     felicidades á : Iva  Célia.

                    

                    Nasci   dia 18 de maio de 1985 na cidade de Tocantinópolis.GO ás 1:30 da manhã. Vieram ao meu auxilio as enfermeiras ,Maria Raimunda e Rosilene da FIESP.

                    Ao nascer eu pesava  4 quilos  e média 54cm de altura,

                        Olhos:pretos

                        Cabelos: pretos       

                        Pele: roxeada

  

 

   Ao nascer  pesei         e          medi

                     4:100kg                 54cm

1mês            4:600kg                  57cm

2mêses         5:600kg                 60cm                                   

3mêses         6:200kg                 62cm

4mêses         6:750kg                 63cm

5meses         7:300kg                 70cm

6mêses         7:800kg                 71cm

7mêses         8:200kg                 72cm

8mêses         8:300kg                 74cm

9mêses         9:00kg                   75cm

10meses       9:200kg                 76cm

11meses       9:600kg                 78cm

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Escrito por Iva Borges às 11h15
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                         Meus primeiros dias de vida

 

 

Meu primeiro sorriso foi dado no dia 16 de junho.quem me viu sorri,minha mãe .

Meu primeiro banho foi dado pela minha mãe no hospital no dia 20 de maio.

    Obs.:Ao desenrolar –me minha mãe notou que eu estava muito escura e falou para o          

    médico ,e ele disse que é porque eu tinha demorado a nascer ,mas ia normalizar tudo.

Meu primeiro passeio foi na casa da Claudete fui levada por minha mãe, foi uma felicidade só todos queriam me pegar um pouquinho.

 Meu primeiro amiguinho foi Wesley e meus primeiros brinquedos foram um ursinho e uma bonequinha

   Fui batizada no dia 22 de dezembro no mesmo ano e meus padrinhos foram :Cícero Oliveira de Sousa e Djanira Alves Lima.

    

.                                  

 

                                     Como tudo começou

 

   Devido a cor da minha pele ser roxeada minha mãe desconfiava que eu sofria do coração e quando o médico me viu disse que era anemia, e não me levou á um cardiologista a tempo.                                                                                                                                                              

    Mais ou menos com 1mês de idade tive crise de falta de ar na ausência de minha mãe, durou pouco voltei a respirar  normal .Dias depois tive outra crise,empalidei deu-me um grande frio que me tremia ,em seguida  vomitei . Isso também foi na ausência de minha mãe ,durou pouco e voltei ao normal sem precisar de remédios

   O tempo foi passando e eu não tive crise alguma, aos cinco meses comecei a sentar sozinha ,minha mãe admirou porque eu aprendi a sentar mais cedo do que meus irmãos mais velhos,mas uma coisa preocupava minha mãe ,é o fato de eu não sustentar o peso do meu corpo nas pernas,não me segurava em pé,nem com auxilio de alguém e quando ela me obrigava ,eu chorava,ficava, cansada, soava e fria

   Eu era uma menina grande e gorda pra idade, mas tinha uma fisionomia triste, quando me carregava no colo eu andava com os bracinhos suspensos e a junta da mão dobrada

como se não tivesse forças pra sustentar  nem a mão ,cabeça torta para um lado e olhar como se estivesse com sono.Eu era comportada e fisiologicamente sadia ,não adoecia de nada ,gripe,coceira dor de barriga ,ouvido,mas não tinha bom apetite só mamava.

    Aos cinco meses de idade  fui em Ananás ,cidade vizinha de Nazaré e lá uma visitadora da FIESP  Amália falou que eu  sofria do coração e seria bom me levar ao cardiologista e minha mãe falou que quando melhorasse de condições financeiras iria cuidar disso. Entrou o ano de 86 e meus pais envolvidos com a construção da casa esqueceram de mim. Fizeram planos de me levarem em Araguaina em abril quando meu pai entrava de férias.   

 

                                           Minha vida no dia dia

 

     Minha vida alimentar era o seguinte :Acordava ás 6 da manhã mamava até satisfazer, minha mãe me deixava brincando no berço e aos cuidados da Raimundinha, a secretária que trabalhava lá e cuidava de nós, e saia pra trabalhar na farmácia ; As 9hs a Raimundinha me dava leite na mamadeira,  minha mãe chegava no máximo 12hs,



Escrito por Iva Borges às 11h11
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almoçava e deitava comigo e me dava  de mamar muito tempo e eu dormia, acordava as 3 da tarde e tomava leite dado pela Raimundinha depois ficava no berço brincando. As 6 da tarde minha mãe chegava, jantava, tomava banho, e assistia as novelas, o jornal me dando de mamar. As 10hs da noite me dava o leite e eu dormia até as 6 da manhã sem acordar a noite, tinha muita distúrbios intestinal, mas pouco chorava nas 24hs. Aos 9 meses de idade ainda não sustentava o peso do meu corpo nas pernas, nem engatinhava..

                                   O inicio da batalha

    No dia 17 de março, tudo ocorreu normalmente como antes, mais ou menos a meia noite eu acordei chorando fortemente ,minha mãe me deu de mamar e eu não calei ,ela me deu remédio de tudo quanto é lugar ,mas eu não calei,meu choro é diferente ,eu apertava o pescoço dela e gritando muito e assim amanhecemos o dia

    Na hora de minha mãe levantar eu calei e ela me deixou na cama enquanto tomava café, antes dela sair pra farmácia me pegou e colocou-me em cima da mesa e não segurei sentada. Logo ela notou o meu lado direito paralítico ,a boca torta, olhos atravessados a cabeça torta e babando,.ou seja sofri um derrame cerebral. Ela foi comigo até a farmácia e na rua encontrou com o Isidoro filho do prefeito Manam, ele viu a situação e se ofereceu pra me levar em Tocantinópolis, consultou-me com o Dr. Claudio e ao examinar –me falou que minha mãe teria que me levar pra Araguaina  naquele momento pra aventurar a sorte ,que ele sabia o que eu tinha só que   estava muito difícil,  mas disse que só sairia viva se acontecesse um milagre. Chegamos em Araguaina  e a  tarde do mesmo dia me levaram com uma carta de guia interessado ao Dr. Teotônio no hospital de cardiologistas

      Ao me ver o médico disse que as minhas  chances eram mínimas, falou também que devido a assistência de urgência era com o neurologista e passou para o Dr. Dalton Dória,e juntos tomaram conta de mim, e daí, começaram  a passar medicamentos para acabar com  as crises convulsivas e poder cuidar da causa , passaram-se sete dias quase sem melhora, todos os dias eu dava crises,   quando tomava 3 injeções em lugares diferentes enquanto minha mãe saía aos gritos no corredor do hospital, rezar de joelhos e chorava escondida no banheiro,ela pensou que já tinha chorado e rezado tudo que podia mas o pior ainda estava por vir, o tempo passou ,e a meu estado  só se agravando, quando passou as crises e eu segurei sentada minha mãe insistiu pra que os médicos me enviasse para lugares que tinha possibilidades de descobrir a minha doença, eles disseram  que tanto fazia eu ir  pra  Araguaína ,como em   São Paulo ou até mesmo no exterior ou em Goiânia era a mesma coisa eu não tinha chance nenhuma  de sobrevivência e me deu alta pra voltarmos pra casa, minha mãe sem entender nada e perguntou a razão da alta  eles falaram que não tinha nada a fazer a não ser me mandar pra morrer em casa mesmo sem ter descoberto a doença, ela disse que nunca iria fazer uma coisa dessa, disse que tinha gosto de me ver morrer numa mesa de cirurgia  e que nenhum médico deve mandar um paciente pra morrer em casa se não descobriu a doença .No dia seguinte compareceram os doutores Dalton,Renato, Teotônio ,Sebastião e Carlos para tentarem convencer minha mãe de que eu não tinha solução, nenhuma chance de vida, ela quase perdeu os controle e em prantos virou para os médicos e perguntou de um a um qual seria a minha doença e todos responderam que não sabia, daí ela disse a todos que a única obrigação deles é me encaminhar para os centros de tratamentos mais elevados e praticamente obrigou o Dr. Dalton fazer um encaminhamento para um médico cardiologista que ele conhecesse em Goiânia.

     Viajamos numa quarta feira Santa ,e da rodoviária mesmo fomos a procura da clinica do Dr. Alberto Lãs Casas- cardioclinica .Lá ,juntamente com o Dr. João Batista de Sousa Jr, cardiologista ,cuidaram de mim. Logo após o Dr..João Batista  tomou de conta e fez  uma bateria de exames em mim ,fui juntamente com minha vó e minha tia



Escrito por Iva Borges às 11h09
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Clotilde,cansadas e famintas,mas os médicos só me liberou depois que fizessem todos os exames ,mas não descobriu nada, só no dia primeiro de abril foi feito o ultimo exame a ultra-sonografia,foi constatado que eu havia nascido com a circulação sanguínea trocadas e que a única solução era bastante arriscada seria uma cirurgia .Em seguida  o médico deu andamento aos últimos exames preparatórios para cirurgia .Outro grande sofrimento quando minha mãe me viu anestesiada parecendo que estava morta e no meio só de gente estranha com fome, cansada sem roupa pra trocar ficou apavorada só podia chorar calada e se agasalhar debaixo do meu bercinho pra dormir.  

      O Dr João Batista foi muito realista com minha mãe quando disse que a minha situação era gravíssima e  não me deu esperança disse que de varias crianças com o mesmo problemas apenas “um” sobreviveu e sem expectativa de continuar por muito tempo, .minha mãe sorriu ,porque viu uma pequena esperança de me trazer viva pra casa .Elas assinaram um termo de responsabilidade apostando nessa pequena chance  de sobrevivência que era  certeza que não ia sair viva dessa.

     Foi marcado outro exame para saber se havia outra gravidade e também o tipo de cirurgia que ia ser feito .Saímos da casa da tia Eva as 6hs da manhã com a tia Inês ,eu de jejum .Só foi feito o exame as 9 hrs ,quando terminou  o médico me entregaram para minha mãe ,ela pensou que eu estava morta  pois eu estava mais roxeada de boca e olhos abertos e anestesiada  minha mãe chorou ao me ver neste estado, fui internada no mesmo hospital, São Francisco de Assis  enquanto acabava a anestesia durante 24hs,minha tia foi embora e ficamos sozinha sem nenhum conhecido,ela faminta,mas não podia sair antes da anestesia acabar não almoçou e na janta quando a enfermeira vinha deixar sopinha para as crianças eu não podia comer então minha mãe tinha que mentir pra poder comer. A noite minha mãe ligou para casa  aos prantos contando a situação e o  medo de eu morrer. No dia seguinte minha mãe estava um pouco abatida pois tinha dormido no chão .Logo chegaram minha tia e minha vó e as três conversaram com o doutor Wilson Mendonça o médico –cirurgião o qual foi feito o ultimo exame ,ele disse que eu poderia sobreviver se o santo dela for muito forte, porque só Deus daria jeito,mas o com o consentimento de minha mãe ele fazia o possível e ela respondeu e o impossível Deus faz e voltarei com ela pra casa boazinha, então o medico deu alta e marcou o dia de voltar pra operar.

        Como o hospital ficava longe do ponto de ônibus para o Cruzeiro do braços a pé .Quando chegamos minha perna estava bastante inchada devido a um pequeno corte que foi feito na coxa pra fazer o exame e devido a viagem no sol quente e com a perna dependurada quis infeccionar  ela preocupada ligou para o clinico João Batista e lhe conformou dizendo que era normal bastava dar um remédio receitado pelo Dr. Wilson;amoxilina e novalgina , passei dez dias na casa da minha tia esperando o médico marcar a cirurgia .Um dia chegou até nós uns membros da igreja Assembléia de Deus e perguntou a minha mãe se ela acreditava que Jesus me curava sem precisar de cirurgia, ela respondeu que tinha muita fé em Deus ,mas não a ponto de acreditar nessa possibilidade e disse  que me levava para os médicos fazerem o possível que o impossível Deus completava ,daí então começaram a fazer um circulo de orações por mim .Todos os dias minha mãe recebia o convite para se converter ,mas ela pensando consigo mesma que Deus é misericordioso para com os católicos também .No dia que estava marcado a cirurgia eu não fui aceita por falta de vaga,marcaram pra três dias depois e ai me levaram e deu certo .Internei dia 13 de abril e no dia 17 minha mãe me deu um bom banho vestiu-me  me pegou e subiu as escadarias , eu chorava de fome e ela de tristeza por está me entregando para os médicos fazerem o que eles nem mesmo sabiam o que ia me acontecer e ela com suas próprias mãos me entregando e ficar com o peso na consciência.Como toda mãe ,quando ver seu filho nesse estado faz tudo para vê-



Escrito por Iva Borges às 11h07
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la curada e o que aconteceu ela realmente arriscou e pensando com ela mesma ela fez seu   papel de mãe mesmo que eu não escape dessa cirurgia         

     Ao mesmo tempo lembrava que já tinha entregue o problema pra Deus resolver.Ao chegar na anti-sala da cirurgia sentou num sofá e esperou enquanto passava por ali a equipe de dez pessoas que compunha a equipe de cirurgia do coração do Dr. Wilson, quando todos passaram o anestesista veio aplicou uma injeção em mim e falou que é pra eu dormir para ele poder me levar sem dificuldade ,um minuto depois fiquei imóvel de olhos abertos e minha mãe me entregou para os médicos arrasada pensando que seria a ultima vez que me via  com vida ,de pé com as mãos no rosto e olhos fechados em conversas com Deus pedia que ele cuidasse de mim,neste momento um enfermeiro viu que ela estava falando sozinha e perguntou se estava sentido alguma coisa ela disse que não ,logo veio uma enfermeira e disse pra ela esperar lá fora que a cirurgia iria demorar muito e lá permaneceu juntamente com meu pai e minha tia.

                                      É chegada a hora.

     Esperar o resultado para minha mãe era um dia de juízo ninguém poderia descer as escadarias que pra ela era pra avisar que a Ivã Célia tinha morrido na mesa de cirurgia  e as horas quase não passavam.As 12hs começaram a descer os auxiliares do médico ,a todos ela perguntava pela garota que estava sendo operada  e eles só respondiam que passava bem ,e assim quando só restava o cirurgião,minha mãe   foi esperar numa entrada do hospital junto com minha tia e meu pai, e aconteceu o que ninguém esperava. As quatro da tarde ,eles pensaram que o Dr.  Wilson havia descido por outro lugar pra não ter que falar que eu morri , quando ouviram uma voz dizendo: ONDE ESTA A MÃE DA MENINA DO MILAGRE? A MÃE DA GAROTA  IVA CÉLIA? eles levantaram transtornados de alegria e ouviram mais; o santo da senhora é forte hein!eu nunca dei um só corte e nem um só ponto errado, parecia que tudo estava marcado por onde eu deveria cortar e costurar sem dificuldade .Minha tia como era exagerada correu e abraçou logo o médico agradecendo - o pelo esforço e minha mãe em silêncio só teve tempo de conversar com Deus confirmando as promessas que havia feito e agradecendo pelo milagre que havia operado.

       Meu pai e minha tia foram para casa e minha mãe que ia ficar ,mas as enfermeiras disseram que não era necessário ,porque eu tinha que ficar três dias na UTI aos cuidados deles,mas ela podia vir para o hospital em todos os horários de visitas.No primeiro horário de visita a minha mãe foi me ver ,vestiu_se toda com roupa do hospital e entrou na UTI,lá estava eu deitada na cama do jeito que nasci ,anestesiada,nada em mim funcionava sem ajuda de aparelhos eu estava com aqueles aparelhos que a gente vê na televisão aquele que controla os batimentos do coração e mantém viva aquele que faz pit,pit,pit, pois embora  tivesse ali salva, ainda corria riscos,porque qualquer coisa que acontecesse comigo seria fatal.

    Eu estava com olhos abertos mas cobertos com uma pasta transparente para não secar. Mas o que mais machucou os sentimentos dela foi quando ela viu o meu braço e minha perna paralíticos  amarrados ,os médicos não sabiam que eu estava paralitica ,ela chamou a enfermeira e pediu para ela desamarrar pois não era necessário a imobilização Apesar de tudo minha mãe não se cansava de agradecer do fundo do coração em silêncio de olhos fechados em mim completamente desligado do mundo ,quando chegou um enfermeiro perguntou o que que ela era minha,ela respondeu que era minha mãe .dai ele pediu pra ela sair da sala ,pois toda mãe que visitava seus filhos passava mal,mas minha mãe nem se lembrou que existia desmaios e choros no mundo ,o momento era de alegria ,mas uma batalha vencida.Deus estava comigo isso ,era as 18:00 de 17-04 86

     No dia seguinte ás 10 da manha ,outro horário de visita eu já havia acordado ,quando a vi ,tentei chorar mas a respiração estava controlada e a voz não saiu ,mais aparentava



Escrito por Iva Borges às 11h05
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muito bem ,ainda estava amarrada .Embora ainda tivesse 10 meses de idade  me comportava como um adulto eu não era capaz tentar tirar um aparelho que estava ligado em mim ,um curativo no lugar da cirurgia  ,como só tomava leite materno ,minha mãe sofria muito com as mamilas cheias.Eu lá com mais de 24hs sem comer nada,somente depois de 48hs foi que as enfermeiras disseram para ela tirar o leite com a bombinha e levar numa mamadeira isso fazia quatro vezes ao dia até me levarem para a pediatria.

     Sim,48hs depois da cirurgia, minha mãe chegou na UTI,notou minha pele toda pintadinha,até então ela não sabia que o problema havia realmente no meu coração ,mas ela não perdeu a calma.Depois de 72hs levaram –me para o pediatra ,quando minha mãe chegou no hospital eu já estava lá deitadinha no berço com 2 travesseiros sob a cabeça aos cuidados somente das outras mães ,mas eu não dei trabalho nenhum.Linda,e Fofa, parecia uma boneca de porcelana ,quietinha só observando as mulheres que não se cansavam de comentar o meu comportamento e a minha beleza .         

    Ao chegar,minha mãe foi logo me virando um pouquinho de lado e como o berço é alto de pé  mesmo  me deu de mamar ,ela não sabia se sorria ou se chorava, pois ao mesmo tempo que eu estava salva ,ainda sofria com as dores no local da cirurgia ,cada vez que eu sugava puxava a respiração e dava um pequeno gemido ,de vez em quando levava a mãozinha e apalpava o curativo querendo dizer que estava doendo ,mas sabia que não podia puxar os gazes. Passaram-se 10 dias e nós  lá ,só não foi mais ruim para minha mãe, porque não tomava soros e tinha bom apetite ,também tinha uma boa saúde ,mas ela dormia no chão .Tive alta e fomos para a casa da tia Clotilde,e lá ficamos mais oito dias ,viemos pra Nazaré no dia 4 de maio com a recomendação de que nós teríamos que voltar para a primeira avaliação e assim aconteceu ,como o médico havia feito a cirurgia para durar até meus dois anos de idade e diante dos exames o doutor João constatou que houve realmente um milagre,uma coisa inexplicável.

                                  De volta pra casa: e com vida.

    Chegamos em casa encontramos meus irmãos  todos com os boletins cheios de bombas e todos magros ,três dias depois minha mãe foi me sentar de mal jeito e eu desmaiei de dor,mas uma semana depois a parte externa da cirurgia infeccionou  e tive febre alta  e mãe notou que a cirurgia foi feita de linha de algodão e precisa ser tirada ,mas estava muito colada no osso que foi preciso me levarem pra Tocantinopolis duas vezes ainda para o medico conseguir tirá-la .Cada vez  que nós sairmos as pressas para o hospital ,nossos visinhos diziam que eu não voltava viva,mas o tempo foi passando e eu fui me recuperando até a cirurgia sarar.

      Um ano depois tive problemas intestinais muito sério ,pois comi muita pipoca, fiquei 2 dias internada no hospital São Lucas mas não resolveu nada ,tivemos que ir pra Araguaina ,eu tinha febre alta e dores fortes no abdômen  que fazia dó as minhas lamentações ,Fiquei boa com a Dra Walyde. Em Fevereiro de 88 fomos a Araguaina novamente mas para fazer um eletro encefalograma para saber como estava minha cabeça .o resultado não foi satisfatório ,nessa época eu ainda não caminhava

     Mas antes ,nós fomos para Goiânia para o Dr. João Batista fazer a primeira revisão e recomendou que eu fizesse um eletro encefalograma e a fisioterapia ,em Araguaina foi feito os dois e poucos dias depois comecei a caminhar antes de completar os três anos de idade,com o um amiguinho meu me guiando ele andando na frente  e eu engatinhando seguindo ele,  já falava quase normal,o medicamento que eu tomava desde quando adoeci era o mesmo; Gardenal gts, Digoxina elixir e persantin 75.Durante todo esse tempo eu não sentia nada de anormal a minha mãe foi me alimentando de acordo com orientação medica.

     Em Janeiro de 90 fomos a Goiânia para outra revisão ,como eu continuava bem ,o Dr.  João  orientou que minha mãe suspendesse a medicação e ficar em observação



Escrito por Iva Borges às 11h03
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durante seis meses ,se nesse período acontecesse alguma coisa de anormal eu poderia continuar a medicação ,mas graças a Deus  não aconteceu nada.Ao chegar a idade  de ir para a escola minha mãe se deparou com um fato doloroso ,a vice diretora Rita de Cácia a coordenadora Raimunda de Jesus não me aceitaram na escola porque eu era uma menina deficiente e não iria aprender nada  alem de chamar atenção dos meus colegas, então ela esperou mais um ano, ai fui aceita no pré-escolar ,ou seja em 92 , minha mãe notava  que de vez em quando meu coração ficava   acelerado e chegava a bater 150 batimentos por minuto. Fomos para Goiânia ,lá o Dr. João disse que meu coração continuava normal como de qualquer outra pessoa ,basta ter problemas intestinais e digestivos e disse pra me continuar com a medicação. Foi nesse encontro que o Dr. João informou detalhadamente a minha mãe sobre o meu problema e que nem os próprios médicos sabiam explicar a minha sobrevivência  ,chama de milagre do Dr. Wilson, acha que a única coisa a ser feito em caso de um  imprevisto  é uma nova cirurgia mais moderna .

      Graças a Deus eu não senti mais nada ,acho que é porque logo que chegamos a Goiânia minha mãe começou a dar remédios pra vermes e anti anêmicos,essa viagem foi em 92 fomos com a minha tia Edna .Em 93 sofri um pequeno acidente ,tropecei no piso e cai quebrando o meu bracinho esquerdo, O hospital onde fui socorrida foi o hospital das clinicas em Araguaina onde eu fiquei os 7 dias no inicio da internação,  o medico que me atendeu foi o Dr. Nogueira que queria fazer uma cirurgia desnecessária acho que era interessado no dinheiro sem levar em conta o meu estado .

       Como a mãe já estava desconfiada exigiu que o Dr. Teotônio fizesse um eletrocardiograma primeiro ou ela não assinava o documento autorizando a anestesia e ainda ia culpá-lo pelo que ia acontecer comigo, o Dr. se recusou a fazer o exame, e minha mãe apelou a todas as enfermeiras a nos ajudar,  graças a Deus uma delas me deu comida escondido poucos minutos antes da cirurgia  e deu tempo dos outros médicos tomarem conhecimento do caso, daí o Dr. Julio Cattine tomou conta e fez um novo Rx e simplesmente colocou gesso, 20 dias depois eu voltei ao hospital e o meu braço já estava completamente cicatrizado na época eu tinha 8 anos e estudava a primeira série .

       Em Janeiro de 94 fomos novamente para Goiânia não era porque eu tinha sentindo alguma coisa é porque o medico disse que eu deveria voltar lá  uma vez por ano, só que eu vou de 2 em 2 anos, como o médico admirou o meu tamanho,  disse que não estava entendendo mais nada o fato de eu ainda estar viva e disse que em junho ia participar de um congresso dos cardiologistas em São Paulo e que iria falar do meu caso e ouvir a opinião dos outros médicos .Quando minha mãe telefonou para saber do resultado do congresso,ele disse que mesmo depois de uma longa conversa sobre o meu problema nenhum médico teve a explicação para a cirurgia ter dado certo e durar tanto tempo,  a única coisa que os médicos recomendou muito foi que eu tinha que viver e ser tratada como uma pessoa normal e não ser privada de nada.

     Ai foi que a minha mãe ficou confusa sem saber se o médico disse que eu posso comer e fazer tudo é para aproveitar o pouco tempo de vida que eu tenho ou é porque nada me faz mal, só sei que depois disso eu cresci e engordei mais rápido,nessa época eu pesava 26 quilo, 5 quilos a cada dois anos isto é de 94 para 96 aumentei 9 quilos e já média 1:50cm, essa viagem fomos com a minha irmã, num domingo que passamos lá fomos para o parque Umuarama, fiquei encantada com os brinquedos e me diverti muito.

    Em Janeiro de 96 depois de uma grande crise de falta de dinheiro por causa da mudança da moeda de cruzeiros reais para real, nós devíamos muito pra firmas, mas nunca podemos falhar uma viagem pois minha mãe tem medo que aconteça algum comigo por falta de revisão médica ,graças a Deus o Dr. João Batista disse que  estava



Escrito por Iva Borges às 11h01
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bem com o meu coração,como ele admirou o meu tamanho, peso e a série que eu estudava como já tinha feito a primeira comunhão aproveitamos e deixamos uma foto para o Dr. João entregar para o Dr. Wilson o médico que me operou, como sempre o Dr. João foi muito gentil e até deixou a consulta pela metade do preço. Só em maio foi que o Dr. Wilson recebeu a foto lembrou da garotinha de 9 meses que ele operou em 86 e pensava que eu havia morrido porque a cirurgia foi feita em caráter experimental  e para durar até dois anos e com muita alegria e curiosidade  imediatamente telefonou para minha mãe pedindo pra que me  levasse dentro de três dias  para ele vê-la. para descobrir o mistério da minha existência e também  porque dentro de poucos dias iria participar de um congresso dos cardiologistas e já levava a prova de uma  vitória e um grande trabalho na área da sua especialidade, foi um Deus nos acuda estávamos passando por uma crise econômica grande demais, que a minha mãe  se viu obrigada a pedir dinheiro  para a prefeita da época e a passagem de volta e o exame ele fez de graça. .                              

    O grande interesse do Dr. Wilson era ver a garota que havia operado há mais de dez anos e ainda estava viva coisa que ele não esperava ,pois dentre todas as crianças que ele operou só existia eu,com mais de dez anos de cirurgia com o crescimento normal saudável e inteligente, já estudando a quarta série enquanto os outros são todos débeis mentais.O Dr. Wilson ficou bastante alegre acompanhando a todos os exames de perto tentado descobrir porque meu coração ainda  resistia e quase normal só não estava melhor porque o Dr. João tinha suspendido a medicação ainda em 1990

    Enquanto ele olhava os exames conversava com a minha mãe e dizia  que a minha situação de saúde estava acima de sua expectativa ,e depois de feito todos os exames ele disse realmente tudo que o Dr. João Batista sempre diz a cada revisão  e cada vez que eu vou ele sempre diz que até o momento estava tudo bem ,mas não garante nada porque eu posso morrer dali 20,10 ou até 5 minutos, qualquer coisa que surgir estava acima das possibilidades dele e até mesmo da medicina no Brasil  só podia afirmar uma coisa que se eu chegasse a viver vinte anos ,eu não morreria mais de problemas cardíacos,mas deu um conselho que para isso acontecer eu teria que levar uma vida moderada ,não passar sono, me alimentar bem ,não sofrer muitas contrariações e  não namorar cedo para não correr perigo de me casar antes do 20 anos de idade também para minha mãe q terá que me leva para fazer todos os exame todos anos para ele poder acompanhar melhor o meu estado  e evitar algo pior .um dos médicos que na época me mandou pra morrer em casa não quer me vê de maneira alguma, acho que é de remoço por ver viva e curada .

     Continuei estudando ,nunca fui a primeira aluna da sala ,mas também nunca repeti uma série.Em Janeiro de 1998, fomos a Goiânia e o Dr. João simplesmente fez as mesmas recomendações ,as mesmas admirações ,por estar maior do que ele com apenas 13 anos ,já estudava a quinta e só reclamava de ter dificuldade de aprender matemática e ele brincou dizendo que se formou em medicina e nunca aprendeu matemática.nessa época tive uma ansiedade  provocada por distúrbio hormonal e afastei das aulas quase no final do ano,com isso repeti a quinta série  

     Cada  viagem pra Goiânia ,eu ficava encantada, feliz, e animada por está indo para aquela cidade linda, aos 14 anos tive conhecimento do que realmente aconteceu  comigo, quando li o livro pela primeira vez, a iniciativa foi minha de ler este o livro  fiquei super emocionada,chorei muito mas também não sabia de nada  só sabia que devia viajar pra fazer exames do coração a cada 2 anos, não sabia a importância dessa viagem, pra mim era uma diversão, e  porque também passeava nos lugares lindos de Goiânia.

     No ano de 2000 em Janeiro ,quando o médico  me viu ficou calado porque não sabia mais o que falar diante de um fato inédito da história dos cardiologistas do Brasil e em



Escrito por Iva Borges às 11h00
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especial do Goiás .A única coisa  que ele podia fazer foi todos os exames e não cobrou nada  e fez a gentileza de dar um acompanhamento durante um mês a um garotinho que foi conosco ,eu ia fazer a sétima série e tinha 14 anos

.   Aos 15 anos tive novamente o distúrbio hormonal ,e minha mãe ligou para o Dr. João Batista ,contou o que estava acontecendo e falou para minha mãe não se preocupar, muito comigo ,pois meus dias já estão contados ,mas se ela quisesse me levar numa ginecologista era bom ,e assim ela fez, lá me consultei com Dra. Luciana ,na maternidade Dom Orione, pediu vários exames e graças a Deus não constatou nada grave ,só tomei a medicação e fiquei boa, nesse tempo eu estudava o 1ano do ensino médio,e pela minha surpresa ganhei um certificado como a melhor aluna em destaque do 1 ano  do Colégio Estadual Presidente Castelo Branco,de Nazaré 

     Foi marcado o retorno em 2002, meu médico me ligou e viu a possibilidade de uma viagem pra pra São Paulo pois os colegas dele de lá estavam interessado em me ver, mas acabou não dando certo, então fui pra Goiânia  foi nessa viagem que tive noticia de que a única criança que tinha o mesmo problema que o meu, e resistiu a cirurgia ,tinha falecido ,ele estava com 7 anos, tinha baixo rendimento escolar e ainda tinha problemas mentais. Quanto ao problema do coração eu não sinto mais nada e os exames provam isso ,a cada 2 anos vamos a Goiânia para fazer uma nova revisão com o Dr. João Batista e sempre que ele me vê é um espanto ,por eu está viva crescida e saudável .Aqui em Nazaré todos sabem disso ,e por isso a cada ano que eu começava a estudar os professores ficavam preocupados comigo, mas minha  mãe sempre ia ao colégio e falar pra ninguém se apavorar com a minha presença, qualquer coisa que me acontecer ninguém é culpado basta que nenhum professor me agrida e nem deixe que nenhum  colega me critique  como eu era uma aluna muito comportada e interessada sabia respeitar meus professores e meus colegas e sempre me dei bem com todos eles .

    Em 2005, mais uma seção de exames  .nada a dizer ,simplesmente o médico me viu calou-se por alguns segundos e depois fez as mesmas admirações e recomendações tinha acabado de terminar o segundo grau e era com grande alegria que lhe dei essa  noticia ,no ano seguinte fiz uma prova para entrar na universidade e foi com uma grande  felicidade telefonei pro Dr. João Batista e para o Dr. Wilson Mendonça para dar a notícia de que eu tinha passado no vestibular  e eles ficaram muito feliz por mim.

    Quando chegou o ano de voltar pra mais uma revisão, ou seja em 2008 ,no começo do ano  tive um momento de crise convulsiva causado por fortes emoções, nesse tempo estava  preocupada e nervosa  demais  pois eu estava no começo do estagio do meu curso, fomos em junho  e em Goiânia mesmo, convenci minha mãe que o melhor era me consultar com um neurologista, telefonei pro meu médico Dr. João Batista e me encaminhou pra o Dr. Joaquim de Goiânia mesmo e em Araguaina  foi feito  um eletro encefalograma e tomografia computadorizada para saber o que que houve, e para meu desespero o resultado não foi boa, nesse momento meu mundo caiu , pensei em muitas vezes desistir de tudo  me achava um nada, diferente de todo o mundo pensava também nas coisas piores do mundo, passou tempo pra me acostumar e aceitar, mas hoje estou mais conformada. se não fosse os amigos e parentes me ajudando e conversando muito comigo eu não tinha segurado a barra . Como o que eu tive era isquemia relacionada ao derrame cerebral ou AVC. quando era pequena, foi constatado que  eu tenho tendência a ter epilepsia onde é provocado pelas fortes emoções ou seja o lugar que foi atingido no cérebro responsável pelas emoções,não posso sofrer fortes emoções .brigas, muita preocupação e constrangimentos mágoas, mas isso não quer dizer que eu  seja doente mesmo porque isso faz parte das nossas  vidas ,é querer demais isso, sou normal , só devo evitar essa coisas: decepções ,raiva, etc. sou uma pessoa carinhosa que gosta de ter amigos,  de conversar e sinto que sou carente nessa parte ,convivo bem com todos



Escrito por Iva Borges às 10h58
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   Até agora só me deparei com uma situação constrangedora ,foi quando eu estudava a terceira série um colega meu me chamava de aleijada isso quase me fez perder o interesse de continuar os estudos ,se não fosse minha mãe conversar muito comigo ,eu não teria voltado a escola, continuei os estudos mais nunca me esqueci do apelido que me fez achar diferente, apesar desse lamentável episodio,nunca desisti de ser lutadora e guerreira como tem muitas pessoas que me admiram muito e gosta de mim assim como tem pessoas que me critiquem que acham que sou uma doente que não sou capaz de nada ,mas se eles souberem o quanto isso é doloroso pra mim ,mas, aqui estou aos 24 anos me formando em Serviço Social, mostrarei a eles que consegui, venci , que sou normal ,que sou capaz de tudo como qualquer outra pessoa ,vou calar a boca de qualquer um deles.

       Não sou daquelas do tipo convencida e se achando a mais importante, poderosa  queridinha,e  a mais merecedora de todas só por causa da minha história , e por tudo que eu passei, e é porque minha mãe disse uma vez que eu passei perto de morrer duas vezes uma pelo fato de eu ter atacado  derrame cerebral ,e outra que foi  durante a cirurgia agradeço a Deus a cada dia, vivo a  minha vida  normal, como de qualquer pessoa, numa boa,  fui criada com muitos mimos e proteção e talvez hoje, eu esteja sentindo as conseqüências delas, sei das minhas limitações ,mas tendo desafiá-lo todos eles, pela questão da deficiência, não admito que nenhuma pessoa venha com preconceito pra cima de mim , não sou diferente de ninguém  brinco, me divirto ,sorri, choro, amo sou capaz de tudo isso e gostaria que todos que leiam este livro vejam que eu estou vencendo a cada obstáculo que aparece em meu caminho ,e a cada vitória sempre agradecendo a Deus uma grande alegria e festividade.

     Em 2010 ,voltarei novamente a Goiânia para mais um revisão e agora mais feliz ainda ,pois estarei levando com muito orgulho o meu diploma de conclusão de curso e mostrarei com uma grande alegria aos meus médicos,os  Drs.; .João Batista e Wilson Mendonça .Aguarde! Esta historia não acaba aqui.

 



Escrito por Iva Borges às 10h57
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Agradecimento

 

 

         Agradeço a Deus por ter concedido a mim o direito de viver aos meus pais que não mediram esforços para me verem curada ,aos meus parentes,amigos, conhecidos e desconhecidos pois embora eu não ter conhecido contribuíram indiretamente para que acontecesse esse milagre.

 



Escrito por Iva Borges às 14h54
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                                                    Dedicatória

      

 

          Dedico este livro, aos meus pais, Nascimento Gomes de Sousa  e Zenilde Borges de Sousa ,ao médico cirurgião,Dr. Wilson Mendonça,e ao Dr. João Batista que me acompanham do inicio até hoje.                                                  

 



Escrito por Iva Borges às 14h53
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                                                         Introdução

 

        Sou de uma família simples,  que desde do inicio a única fonte de renda foi a farmácia em Nazaré –to ,e foi com ela somente com ela,que meus pais  criaram seus filhos, Nicélia ,Gicélia ,Marcos ,Maurício e eu, do primeiro filho ao último sempre superando as dificuldades com fé e coragem .

       Como todos vêem sou uma garota de 24 anos com uma pequena deficiência física ,conseqüências do meu problema ,mas poucos sabem o que eu passei ,da minha história ,que senão fosse a coragem,e a  persistência do meus pais eu não estaria aqui contando essa história ,e tudo que está escrito foi realmente o que aconteceu comigo ,e acredito mesmo,pois uma menina que estava despachada por todos os médicos afirmando a minha morte,que não tinha cura. Deus fez um milagre em mim.



Escrito por Iva Borges às 14h50
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BEM VINDOS AO MEU BLOG

SEJAM TODOS BEM VINDO A MEU HUMILDE BLOG, ESPERO VER VOCES CAROS INTERNAUTAS SEMPRE AQUI!!!

ABRAÇOS 

IVA CELIA BORGES DE SOUSA



Escrito por Iva Borges às 12h06
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